II SÉRIE Coleccionei (mas já parei) erros de português: erros ortográficos, ignorâncias, infelicidades, gralhas graves, dislexias, estrangeirices e um ou outro cromo fora de colecção só para desenjoar. Porquê? Porque o português possui regras formais, tanto mais importantes quanto maiores as audiências, pelo que dou especial atenção aos erros de grande difusão. Caso tenha cromos para esta colecção, porque é que não começa a sua obsessão também?
Quanto vale este conde?
13-Mar-2007. Agência do banco espanhol Santander Totta na Avenida "Conde Valbom" [sic], Lisboa. É curioso como, com expressões feitas, nos esquecemos do que elas significam. À custa de tanto dizerem "Conde Redondo" e "Conde Valbom", já os lisboetas esqueceram que Redondo e Valbom são terras, sedes de condados, e não meros adjectivos. Portanto, tal como o outro conde não era redondo mas era de Redondo, também este é Conde de Valbom.
1 comentário(s)
Nestes casos, na língua falada isto é meio desculpável, por causa da repetição do de: "Conde de ...". Mas na língua escrita é imperdoável.
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